Line $ Invest - Fundos Line $ Invest - Ações Line $ Invest - Tendências Line $ Invest - Notícias

Email:
Senha:
* Esqueci minha senha ?
* Cadastre-se

Saúde Financeira
Financenter Serviços
Nosso programa visa elevar a qualidade de vida dos funcionários e aumentar o lucro da empresa

Avaliação Financeira

G R Á T I S



Dr. Previdência        

Taxas dos
empréstimos
Veja a evolução da taxa dos principais tipos, nos últimos 12 meses

Planejamento
Financeiro

O que é?
como fazer?


Reclamações
ranking out/09
Veja os bancos mais reclamados


Previsões
para 2009 e 2010
Veja as projeções para os principais indicadores econômicos


Fundos de Investimentos

Veja a rentabilidade e a evolução do patrimônio até out/09

Invertia        
FINANCENTER Serviços
Planejamento Financeiro
Calculadoras
Investimentos
Empréstimos e Financiamentos
Indicadores Financeiros
Novidades no Financenter
Guia Profissional
Ranking
Dicas
Previdência
Cartões de Crédito
Imóveis
Consumidor
Notícias
Anuncie
Fale Conosco
Financenter na Mídia
>> Cartões de Crédito >> DÍVIDA NO CARTÃO DE CRÉDITO É RECORDE


DÍVIDA NO CARTÃO DE CRÉDITO É RECORDE



Os brasileiros nunca deveram tanto no cartão de crédito. Dados do Banco Central (BC) mostram que o uso do crédito rotativo, parcelamento com juros e saque somou R$ 14,56 bilhões em julho, um recorde. As dívidas acumuladas também bateram recorde: R$ 26,49 bilhões é o saldo acumulado no dia 31 de julho, segundo dados mais recentes do BC.

 Apesar de o juro do dinheiro de plástico - atualmente em 237,9% ao ano - ser mais alto até que o do cheque especial, a participação dessa modalidade nos empréstimos só cresce. Hoje, a cada R$ 4,00 tomados emprestados pelas pessoas físicas, R$ 1,00 é no cartão. A inadimplência nas operações com cartões também é maior que nas outras operações de crédito. Segundo os dados do BC, em julho 28,3% das transações tinham atraso superior a 90 dias (leia abaixo).

Especialistas afirmam que o aumento do consumo e o já elevado nível de endividamento nos financiamentos mais baratos explicam a busca pelo caro empréstimo do cartão. Entre os principais empréstimos oferecidos às pessoas físicas, a linha mais cara é, curiosamente, a que ganhou mais clientes em julho. Enquanto o volume de novas operações no crédito pessoal cedeu 0,16% e o cheque especial caiu 1,02%, as novas concessões nos cartões saltaram 15,4% em julho ante junho.

Com esse ritmo acelerado do uso do crédito rotativo e parcelamento com juros, o consumidor brasileiro chegou em 31 de julho devendo R$ 26,49 bilhões às administradoras de cartão. Essa dívida é 580% maior que o total de financiamentos para a compra da casa própria e 54% maior que o uso do cheque especial. "Os dados mostram que as pessoas estão um pouco mais audaciosas nos seus padrões de consumo e, com a melhora do mercado de trabalho e da renda, passam a ter confiança para tomar novos empréstimos", diz o professor de finanças do Insper e sócio da Integral Trust, Carlos Fagundes.

Reforçam essa avaliação a recente evolução positiva do mercado de trabalho e vendas no varejo. "As famílias estão mais propensas a comprar. O nível de confiança do consumidor já voltou ao patamar pré-crise. E, no varejo, o cartão de crédito é muito usado", completa a analista da Tendências Consultoria, Mariana Oliveira.

Apesar de esse aumento da demanda pelo crédito para consumo ser avaliado como um aspecto positivo por mostrar reação da atividade econômica, analistas lembram que a opção pelo caro cartão de crédito em detrimento de outras alternativas mais baratas, como o crédito pessoal ou consignado, pode ser preocupante.

"Na crise, houve aperto da oferta de crédito para as pessoas físicas. Podemos estar diante de um problema de fechamento de conta e os consumidores, que não têm dinheiro para pagar as contas do mês, são obrigados a usar o dinheiro mais caro", diz Fagundes.

O problema é que muitas famílias que tomaram crédito mais barato no pior período da crise podem estar com dificuldades para pagar os compromissos atuais. Nesses casos, alguns optam, por exemplo, por pagar apenas o valor mínimo do extrato do cartão de crédito. A situação preocupa porque os juros do cartão são os mais altos, o que pode transformar um problema pontual em uma bola de neve, se não houver reorganização do orçamento.

Pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças mostra que, apesar da queda da taxa Selic entre janeiro e julho, a taxa média cobrada no cartão de crédito subiu em fevereiro e, desde então, segue inalterada em 237,9% ao ano.

Governo prepara novas regras
Na próxima semana, deve ser divulgada uma proposta do governo federal para aumentar a concorrência no setor de cartões. As medidas vão beneficiar os comerciantes, já que o plano do governo é reduzir os custos de operação para o comércio. Para o consumidor, não há definição sobre a possibilidade de cobrança de preço diferentes nas compras em dinheiro e com cartão. A medida causa polêmica no governo. De um lado, o Banco Central e as Secretarias de Direito Econômico (SDE) e de Acompanhamento Econômico (Seae) defendem a cobrança diferenciada, com desconto para quem paga à vista e valor mais alto para quem usa cartão. Do outro lado, os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons, que mantêm posição contrária à diferenciação.

O Estado de S. Paulo - 23/09/2009
Autor(es): Fernando Nakagawa
http://clippingmp.planejamento.gov.br/




Governo prepara punição a setor de cartões | Campanha defende uso consciente do cartão de crédito | Vantagens e desvantagens do cartão de crédito | Cartões: Fidelidade premiada | Saiba o que deve mudar na indústria de cartões | DÍVIDA NO CARTÃO DE CRÉDITO É RECORDE | CARTÃO DE CRÉDITO - FAQ | Glossário de Cartão de Crédito

VoltarTopo da PáginaImprimir

Termos de Uso - Aviso Legal
Copyright © 2001-2009 Financenter - Todos os direitos reservados.